CLAUSTROFOBIA
THRASH METAL COM "SANGUE NO OLHO"
O quarteto paulista, que acaba de retornar de sua segunda
turnê européia, está lançando
o quarto álbum da carreira I See Red
Antonio Rodrigues Junior
Sobreviver por 15 anos
dentro do underground nacional não é uma tarefa
fácil e, somente quem tem "sangue no olho",
consegue se manter na cena. É assim que vive o quarteto
paulista do Claustrofobia, que está lançando
o quarto trabalho da carreira I See Red e que acaba
de retornar de sua segunda turnê européia.
O grupo formado em Leme (Interior de São
Paulo) começou a trilhar seu caminho em 94 com o
lançamento de algumas demos e participações
em coletâneas. Porém, o primeiro grande passo
foi a gravação do álbum de estréia
em 2000 de forma homônima. Logo de cara, a cena viu
que o thrash metal do conjunto não estava de brincadeira
e que renderia grandes frutos, como os discos seguintes
Thrasher (2002) e Fulminant (2005). Este último
rendeu a primeira turnê pelo velho continente.
Ano passado, a banda chegou ao quarto
CD de inéditas I See Red, que segundo os integrantes
dignifica Sangue No Olho. O novo registro, que foi
lançado simultaneamente na Europa, Estados Unidos
e Japão, traz um apanhado sonoro de tudo que o quarteto
fez nos últimos anos, mas acrescenta mais claramente
o diferencial da musicalidade brasileira. Com o lançamento
europeu, o grupo teve a oportunidade de realizar sua segunda
turnê na Europa no final do ano passado.
Nesta entrevista exclusiva a Comando
Rock com o vocalista e guitarrista Marcus D'Angelo e
com o baixista Daniel Bonfogo, a dupla falou sobre o CD
I See Red, a presença da musicalidade brasileira,
as inspirações das letras e a escolha do título
do disco, além do lançamento internacional
e da última turnê pelo continente europeu.
(Leia a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
