Edição #67

CLAUSTROFOBIA
THRASH METAL COM "SANGUE NO OLHO"

O quarteto paulista, que acaba de retornar de sua segunda turnê européia, está lançando o quarto álbum da carreira I See Red

Antonio Rodrigues Junior

Sobreviver por 15 anos dentro do underground nacional não é uma tarefa fácil e, somente quem tem "sangue no olho", consegue se manter na cena. É assim que vive o quarteto paulista do Claustrofobia, que está lançando o quarto trabalho da carreira I See Red e que acaba de retornar de sua segunda turnê européia.

O grupo formado em Leme (Interior de São Paulo) começou a trilhar seu caminho em 94 com o lançamento de algumas demos e participações em coletâneas. Porém, o primeiro grande passo foi a gravação do álbum de estréia em 2000 de forma homônima. Logo de cara, a cena viu que o thrash metal do conjunto não estava de brincadeira e que renderia grandes frutos, como os discos seguintes Thrasher (2002) e Fulminant (2005). Este último rendeu a primeira turnê pelo velho continente.

Ano passado, a banda chegou ao quarto CD de inéditas I See Red, que segundo os integrantes dignifica Sangue No Olho. O novo registro, que foi lançado simultaneamente na Europa, Estados Unidos e Japão, traz um apanhado sonoro de tudo que o quarteto fez nos últimos anos, mas acrescenta mais claramente o diferencial da musicalidade brasileira. Com o lançamento europeu, o grupo teve a oportunidade de realizar sua segunda turnê na Europa no final do ano passado.

Nesta entrevista exclusiva a Comando Rock com o vocalista e guitarrista Marcus D'Angelo e com o baixista Daniel Bonfogo, a dupla falou sobre o CD I See Red, a presença da musicalidade brasileira, as inspirações das letras e a escolha do título do disco, além do lançamento internacional e da última turnê pelo continente europeu.

(Leia a entrevista completa na versão impressa da Comando Rock que já está nas bancas)

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