BELPHEGOR
OBSCURO, PESADO E LONGE DO MAINSTREAM
A banda austríaca, que desembarca no Brasil este
mês ao lado do Obituary, está lançando
o novo álbum Walpurgis Rites - Hexenwahn
Antonio Rodrigues Junior
Enquanto muitas bandas
lutam para conquistar o sucesso e chegar ao mainstream,
o grupo austríaco Belphegor tem orgulho de passar
longe. Apesar disso, o conjunto de black metal, que está
lançando o novo disco de estúdio Walpurgis
Rites - Hexenwahn, vem conquistando espaço dentro
do estilo e fãs por onde passa, inclusive no Brasil.
A
banda, que possui mais de 15 anos de estrada, já
lançou oito discos de estúdio e um álbum
ao vivo. Porém, o sucesso começou realmente
a partir de 2003 com a chegada de Lucifer Incestus
ao mercado. Depois disso, vieram outros quatro trabalhos,
todos bem sucedidos. O último deles é o recém-lançado
Walpurgis Rites - Hexenwahn, que aposta numa temática
sabbathiana (ps: Sabbath é o dia semanal de descanso,
sétimo dia, e/ou tempo de adoração
segundo diversas crenças) sobre bruxaria e magia
negra.
Com
o novo lançamento chegando ao mercado, o grupo começa
uma nova turnê de divulgação. O conjunto,
que já esteve por aqui em outras oportunidade, retorna
este mês para, até o momento, quatro apresentações
confirmadas (Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte
e Brasília) ao lado do Obituary.
Nesta
entrevista exclusiva a Comando Rock antes do início
da turnê, o vocalista Helmuth comentou o lançamento
do novo álbum Walpurgis Rites - Hexenwahn,
a produção de Andy Classen (Krisiun, Tankard,
Dew-Scented e outros) e a temática do disco, falou
sobre o início da nova turnê, a passagem pelo
Brasil e a companhia do Obituary, avaliou a trajetória
do conjunto, negou interesse na gravação de
um DVD e criticou os grupos que mudam de postura procurando
atingir o grande público.
(Leia a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
