Edição #64

BELPHEGOR
OBSCURO, PESADO E LONGE DO MAINSTREAM

A banda austríaca, que desembarca no Brasil este mês ao lado do Obituary, está lançando o novo álbum Walpurgis Rites - Hexenwahn

Antonio Rodrigues Junior

Enquanto muitas bandas lutam para conquistar o sucesso e chegar ao mainstream, o grupo austríaco Belphegor tem orgulho de passar longe. Apesar disso, o conjunto de black metal, que está lançando o novo disco de estúdio Walpurgis Rites - Hexenwahn, vem conquistando espaço dentro do estilo e fãs por onde passa, inclusive no Brasil.

A banda, que possui mais de 15 anos de estrada, já lançou oito discos de estúdio e um álbum ao vivo. Porém, o sucesso começou realmente a partir de 2003 com a chegada de Lucifer Incestus ao mercado. Depois disso, vieram outros quatro trabalhos, todos bem sucedidos. O último deles é o recém-lançado Walpurgis Rites - Hexenwahn, que aposta numa temática sabbathiana (ps: Sabbath é o dia semanal de descanso, sétimo dia, e/ou tempo de adoração segundo diversas crenças) sobre bruxaria e magia negra.

Com o novo lançamento chegando ao mercado, o grupo começa uma nova turnê de divulgação. O conjunto, que já esteve por aqui em outras oportunidade, retorna este mês para, até o momento, quatro apresentações confirmadas (Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília) ao lado do Obituary.

Nesta entrevista exclusiva a Comando Rock antes do início da turnê, o vocalista Helmuth comentou o lançamento do novo álbum Walpurgis Rites - Hexenwahn, a produção de Andy Classen (Krisiun, Tankard, Dew-Scented e outros) e a temática do disco, falou sobre o início da nova turnê, a passagem pelo Brasil e a companhia do Obituary, avaliou a trajetória do conjunto, negou interesse na gravação de um DVD e criticou os grupos que mudam de postura procurando atingir o grande público.

(Leia a entrevista completa na versão impressa da Comando Rock que já está nas bancas)

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