EXODUS
UMA EXIBIÇÃO DE COMO SE FAZ THRASH METAL
O grupo norte-americano, um dos maiores nomes do thrash
metal mundial, lançou o ótimo The Atrocity
Exhibition (Exhibit A) em 2007 e já prepara a
continuação deste álbum para este ano
Miguel Freitas
O Exodus é, sem
dúvida alguma, um dos maiores nomes do thrash metal
mundial ao lado do Slayer, Megadeth, Death Angel e Metallica.
Afinal, estas bandas ajudaram a colocar esta divisão
do heavy metal como um dos estilos mais influentes e bem
sucedidos de todos os tempos. Depois de vários problemas
em sua formação e um período de ostracismo
dentro do cenário, a banda ressurgiu com força
total no fim dos anos 90.
Mas foi com o recente álbum The
Atrocity Exhibition (Exhibit A), lançado em 2007,
que o grupo voltou a ter seus dias de glória. O trabalho
chegou a ser comparado com o clássico Bonded By Blood,
lançado em 85. Seja pelo excelente som produzido
por Rob Dukes (vocal), Gary Holt (guitarra), Lee Altus (guitarra),
Jack Gibson (baixo) e Tom Hunting (bateria) seja pelas fortes
letras do álbum, que atacam de maneira direta o problema
que o fanatismo religioso tem causado nos dias de hoje.
A volta do sucesso graças a este
CD fez com o Exodus pensasse em continuar seguindo a mesma
direção deste trabalho para o próximo
álbum, que deve sair ainda este mês.
Em entrevista exclusiva a Comando Rock,
Gary Holt falou sobre The Atrocity Exhibition (Exhibit
A), a perda do amigo e vocalista Paul Baloff em 2002,
o retorno de Tom Hunting na bateria (o músico teve
de se afastar do conjunto devido à síndrome
do pânico, em 2005), a entrada de Rob Dukes como novo
vocalista do Exodus - Rob era apenas o técnico de
guitarra de Gary - as gravações do próximo
trabalho e as lembranças que guarda do Brasil.
(Leia a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
