AQUARIA
HEAVY METAL E MÚSICA BRASILEIRA: ESSA É A
FÓRMULA
O grupo, que vem se tornando o mais novo nome brasileiro
de sucesso no Exterior, acaba de lançar o segundo
álbum Shambala misturando novamente heavy
metal e música brasileira
Antonio Rodrigues Junior
Misturar elementos da música
brasileira com heavy metal é uma façanha para
poucos, mas normalmente quem o consegue acaba sendo recompensado
com o sucesso internacional. Provavelmente, por isso ser
um diferencial em relação a milhões
de bandas que surgem no mundo todo, sempre que um nome brasileiro
aposta nessa fórmula acaba repercutindo com força
no Exterior, basta vermos o sucesso do Sepultura e Angra.
Mas, o mais novo nome que vem surgindo com este conceito
é o Aquaria, que acaba de lançar o segundo
álbum Shambala.
O grupo - atualmente formado por Vitor
Veiga (vocal), Alberto Kury (teclado), Gustavo Di Padua
(guitarra), Rob Scrip (guitarra), Fernando Giovannetti (baixo)
e Bruno Agra (bateria) - surgiu há aproximadamente
cinco anos, depois da dissolução da banda
Uirapuru, que chegou a lançar algumas demos. O primeiro
trabalho Luxaeterna (2005) foi o marco inicial para
o sucesso internacional. O disco, que foi mixado pelo renomado
Sascha Paeth (Rhapsody, Kamelot, Edguy e Shaman), já
mostrava a mistura de power metal com elementos da música
brasileira envolto a uma história conceitual.
Depois
de algumas mudanças na formação, o
sexteto chega ao segundo álbum conceitual Shambala.
O novo CD, que conta a história de um português
que chega para explorar a Amazônia na época
do descobrimento, apresenta os mesmos elementos do antecessor,
mas com amadurecimento e evolução. O novo
disco, que também foi mixado no Exterior, desta vez
por Tommy Hansen (Helloween, Jorn Lande e TNT), já
vem novamente ganhando repercussão na Europa e Japão.
Em
entrevista a Comando Rock, os integrantes do Aquaria
falaram sobre o lançamento do novo trabalho Shambala,
o conceito do material, a sonoridade do grupo, a versão
japonesa de "Neo", que conta com participações
especiais, as mixagens no Exterior e a repercussão
internacional, comentaram a participação do
guitarrista Gustavo Di Pádua no Guitar Idol em Londres,
as mudanças de integrantes e a entrada do baterista
Bruno Agra no Revolution Renaissance (nova banda de Timo
Tolkki - ex-Stratovarius), adiantaram os planos para uma
turnê e avaliaram a trajetória do grupo.
(Leia a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
