HOLY MOSES
AGONIA DE THRASH METAL
O grupo, que tem uma das primeiras vocalistas femininas
do heavy metal, está lançando o novo álbum
de estúdio Agony of Death com planos de vir
ao Brasil em maio
Antonio Rodrigues Junior
Nos últimos anos,
as mulheres têm conquistado um grande espaço
dentro do heavy metal. A grande maioria cantando de forma
lírica, porém também existem aquelas
que preferem algo mais agressivo. Mas a presença
feminina dentro do gênero data de muito tempo antes.
A vocalista Sabina Classen é um claro exemplo disso.
A líder do grupo alemão Holy Moses, que está
lançando o novo álbum Agony of
Death, já tem quase 30 anos de thrash metal
e é considerada uma das precursoras entre as mulheres.
Sabina e sua banda (formada por homens)
acabam de chegar ao décimo primeiro disco de estúdio
mostrando uma mescla entre elementos do thrash metal old
school com toques mais modernos. Desde o primeiro registro
de 86, o conjunto vem aumentando sua popularidade. No Brasil,
o grupo ainda não ganhou tanto espaço, mas
isso vem mudando principalmente após o retorno do
quinteto no início desta década. De lá
para cá, o Holy Moses já lançou três
álbuns. O mais recente é o recém-lançado
Agony of Death, que conta com inúmeras
participações de ícones do gênero.
Com o novo trabalho chegando as lojas,
o quinteto se prepara para uma grande turnê. A expectativa
é para que esta seja a mais extensa já feita
pelo conjunto passando por vários continentes. Os
planos incluem inclusive a América do Sul. No Brasil,
seria possivelmente num grande festival seguido de outras
datas ao lado do Torture Squad. Os dois grupos se conheceram
na última passagem dos brasileiros pela Europa.
A vocalista e líder Sabina Classen
falou com exclusividade a Comando Rock sobre o lançamento
do novo álbum Agony of Death, os meses de
gravação, as diferenças para o antecessor,
o conteúdo das letras, a escolha do título
e as participações especiais. A alemã
também comentou o retorno do baterista Atomic Steif
(ex-Sodom), a próxima turnê e os planos de
vir ao Brasil, a participação no show de 25
anos de carreira de Doro Pesch (outro ícone feminino
do heavy metal), a trajetória do Holy Moses e os
planos para o futuro.
(Leia a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
