Edição #56

HOLY MOSES
AGONIA DE THRASH METAL

O grupo, que tem uma das primeiras vocalistas femininas do heavy metal, está lançando o novo álbum de estúdio Agony of Death com planos de vir ao Brasil em maio

Antonio Rodrigues Junior

Nos últimos anos, as mulheres têm conquistado um grande espaço dentro do heavy metal. A grande maioria cantando de forma lírica, porém também existem aquelas que preferem algo mais agressivo. Mas a presença feminina dentro do gênero data de muito tempo antes. A vocalista Sabina Classen é um claro exemplo disso. A líder do grupo alemão Holy Moses, que está lançando o novo álbum Agony of Death, já tem quase 30 anos de thrash metal e é considerada uma das precursoras entre as mulheres.

Sabina e sua banda (formada por homens) acabam de chegar ao décimo primeiro disco de estúdio mostrando uma mescla entre elementos do thrash metal old school com toques mais modernos. Desde o primeiro registro de 86, o conjunto vem aumentando sua popularidade. No Brasil, o grupo ainda não ganhou tanto espaço, mas isso vem mudando principalmente após o retorno do quinteto no início desta década. De lá para cá, o Holy Moses já lançou três álbuns. O mais recente é o recém-lançado Agony of Death, que conta com inúmeras participações de ícones do gênero.

Com o novo trabalho chegando as lojas, o quinteto se prepara para uma grande turnê. A expectativa é para que esta seja a mais extensa já feita pelo conjunto passando por vários continentes. Os planos incluem inclusive a América do Sul. No Brasil, seria possivelmente num grande festival seguido de outras datas ao lado do Torture Squad. Os dois grupos se conheceram na última passagem dos brasileiros pela Europa.

A vocalista e líder Sabina Classen falou com exclusividade a Comando Rock sobre o lançamento do novo álbum Agony of Death, os meses de gravação, as diferenças para o antecessor, o conteúdo das letras, a escolha do título e as participações especiais. A alemã também comentou o retorno do baterista Atomic Steif (ex-Sodom), a próxima turnê e os planos de vir ao Brasil, a participação no show de 25 anos de carreira de Doro Pesch (outro ícone feminino do heavy metal), a trajetória do Holy Moses e os planos para o futuro.

(Leia a entrevista completa na versão impressa da Comando Rock que já está nas bancas)

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