Edição #56

JUVENTUDE MALDITA
DOZE ANOS SEM TER MEDO DE CORRER

O conjunto paulistano de punk rock, que está completando 12 anos de carreira, lança seu novo trabalho depois de uma turnê pela Europa e busca novo baterista

Paula Fabri

O cenário underground brasileiro sempre foi muito frutífero, independente da época e estilo musical. Uma coisa que parece se repetir é o fato de que bandas punks costumam ter a vida mais longa do que o restante, caso de nomes como Cólera e Inocentes. Seguindo os passos de grupos como esses que abriram espaço no circuito independente, o Juventude Maldita foi formado em 97. Este ano, prestes a completar 12 anos de carreira, o conjunto vem com grandes novidades. Após passar um período na Europa onde fez diversos shows, a banda voltou pronta para dar início a uma nova fase de sua história e lança um novo trabalho depois de dois anos sem lançar nada inédito.

O disco se trata do slipt Quem de Medo Corre, de Medo Morre em conjunto com o Final Fight (banda da qual o guitarrista Demente também faz parte, mas tocando baixo), com 16 faixas no total, sendo dividido meio a meio entre os grupos.

Neste novo trabalho, o grupo volta mostrando que continua sendo diretamente influenciado pela música e movimento punk e fazendo o que sabe de melhor, isto é, muito barulho, literalmente.

Outra novidade da banda, mas não tão animadora quanto o lançamento do disco, foi a saída de Professor, baterista do Juventude desde 99. O músico deixou o grupo desfalcado após o retorno da Europa, fazendo com que o quarteto se transformasse em um trio, hoje formado por Demente (guitarra), Bolão Jr. (baixo) e Sirilo (o restante dos instrumentos).

Seguindo a vida e buscando um novo integrante, Demente (guitarra) e Bolão Jr. (baixo) deram uma entrevista a Comando Rock falando sobre esse novo material do Juventude, a turnê que o conjunto fez pela Europa, sua carreira e muito mais.

(Leia a entrevista completa na versão impressa da Comando Rock que já está nas bancas)

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