JUVENTUDE MALDITA
DOZE ANOS SEM TER MEDO DE CORRER
O conjunto paulistano de punk rock, que está completando
12 anos de carreira, lança seu novo trabalho depois
de uma turnê pela Europa e busca novo baterista
Paula Fabri
O cenário underground
brasileiro sempre foi muito frutífero, independente
da época e estilo musical. Uma coisa que parece se
repetir é o fato de que bandas punks costumam ter
a vida mais longa do que o restante, caso de nomes como
Cólera e Inocentes. Seguindo os passos de grupos
como esses que abriram espaço no circuito independente,
o Juventude Maldita foi formado em 97. Este ano, prestes
a completar 12 anos de carreira, o conjunto vem com grandes
novidades. Após passar um período na Europa
onde fez diversos shows, a banda voltou pronta para dar
início a uma nova fase de sua história e lança
um novo trabalho depois de dois anos sem lançar nada
inédito.
O disco se trata do slipt Quem de Medo
Corre, de Medo Morre em conjunto com o Final Fight (banda
da qual o guitarrista Demente também faz parte, mas
tocando baixo), com 16 faixas no total, sendo dividido meio
a meio entre os grupos.
Neste novo trabalho, o grupo volta mostrando
que continua sendo diretamente influenciado pela música
e movimento punk e fazendo o que sabe de melhor, isto é,
muito barulho, literalmente.
Outra novidade da banda, mas não
tão animadora quanto o lançamento do disco,
foi a saída de Professor, baterista do Juventude
desde 99. O músico deixou o grupo desfalcado após
o retorno da Europa, fazendo com que o quarteto se transformasse
em um trio, hoje formado por Demente (guitarra), Bolão
Jr. (baixo) e Sirilo (o restante dos instrumentos).
Seguindo a vida e buscando um novo integrante,
Demente (guitarra) e Bolão Jr. (baixo) deram uma
entrevista a Comando Rock falando sobre esse novo
material do Juventude, a turnê que o conjunto fez
pela Europa, sua carreira e muito mais.
(Leia a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
