ULI JON ROTH
UM ÍCONE DO ROCK, QUE NÃO LIGA PARA ISSO
Após cinco anos deste o último lançamento,
o ex-guitarrista do Scorpions e Electric Sun coloca no mercado
o novo registro Under a Dark Sky, que resgata os
elementos do rock
Antonio Rodrigues Junior e Paula Fabri
Completar 40 anos de carreira,
ser considerado um ícone do rock e ainda assim não
ligar para isso não deve ter preço. Pois assim
vive o multi-instrumentista e compositor Uli Jon Roth, que
está lançando seu novo álbum de estúdio
Under a Dark Sky - primeiro trabalho desde
2003. O artista, que ficou conhecido por assumir a guitarra
do Scorpions entre 73 e 78, nos últimos anos vinha
se dedicando exclusivamente a música clássica,
mas no novo CD volta a respirar as "ondas" do
rock.
Há
quatro décadas dentro da música, Roth já
teve grandes momentos. O primeiro deles quando ingressou
no Scorpions gravando quatro discos de estúdio e
um ao vivo. Porém, já não mais satisfeito,
resolveu montar sua própria banda Electric Sun, lançando
mais três trabalhos. Porém, o rock deixou de
ser sua principal influência e o músico acabou
terminando esse grupo e se afastando da cena.
Desde
91, quando ressurgiu com o lançamento solo de Aquila
Suite, o multi-instrumentista mostrou que a música
clássica tinha definitivamente entrado em sua vida.
E, desde então, vem seguindo nesta linha, mas nos
últimos tempos o rock vem revivendo. Tanto em apresentações
como convidado do Scorpions quanto em seu novo trabalho
Under a Dark Sky, que apesar de trazer também
elementos classicistas abre espaço para a antiga
influência.
Nesta
entrevista exclusiva a Comando Rock, o ex-guitarrista
do Scorpions e Electric Sun contou sobre o novo álbum
Under a Dark Sky, a inclusão de elementos
do rock, suas influências musicais, os vocalistas
convidados e a série que este disco está iniciando,
falou sobre seu retorno aos palcos anos atrás, a
atual turnê de divulgação e a possibilidade
de vir ao Brasil, comentou sobre a trajetória na
carreira, o título de "ícone do rock"
e os planos para o futuro, esclareceu sua saída do
Scorpions, os shows feitos juntos, sua relação
com a banda e o fim do Electric Sun.
(Leia a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
