ALMAH
A FRAGILIDADE NO EQUILÍBRIO DO ANGRA
Aproveitando o tempo parado do Angra, o grupo formado
por dois integrantes dessa banda lança o segundo
álbum Fragile Equality e aproveita para deixar
claro que o Angra não acabou, mas não tem
previsão de retorno
Antonio Rodrigues Junior
O equilíbrio entre
duas ou mais forças rege todas as coisas no mundo,
seja os planos positivo e negativo, a luta entre o bem e
o mal, o dia e a noite ou, até mesmo, um casamento.
Porém, a fragilidade desse equilíbrio é
muitas vezes o ponto inicial para o surgimento de guerras,
brigas e desentendimentos. A fragilidade do equilíbrio
é exatamente o tema do novo álbum da (agora)
banda Almah, intitulado Fragile Equality.
O grupo, liderado pelo vocalista Edu Falaschi
(Angra), foi formado no ano passado como um projeto solo
do frontman. Desta forma, o disco homônimo chegou
ao mercado conquistando fãs e contou com uma pequena
turnê com artistas convidados. Porém, o projeto
cresceu e o que era solo virou banda. Para completar a equipe,
o vocalista chamou seu colega de Angra, o baixista Felipe
Andreoli, além dos músicos Paulo Schroeber
(guitarra), Marcelo Barbosa (guitarra, Khalice) e Marcelo
Moreira (bateria, Burning In Hell).
Com a formação definida,
o quinteto preparou o segundo disco Fragile Equality,
que chegou a lojas no mês passado. Ao contrário
do primeiro registro, que não se prendia a um único
estilo, o novo trabalho segue bem a linha do power metal
com alguns elementos progressivos. Atualmente, o conjunto
se prepara para sair em turnê, desta vez esperando
vôos mais altos como apresentações internacionais.
O material agradará principalmente os fãs
do Angra, que esperam pelo retorno do grupo.
Falando na outra banda dos dois integrantes
do Almah, o conjunto continua parado e sem previsão
de volta. O grupo está na Justiça para definir
algumas situações administrativas, portanto
o Almah ainda terá tempo para divulgar seu novo trabalho.
Nesta entrevista exclusiva a Comando
Rock, o vocalista Edu Falaschi e o baixista Felipe Andreoli
falaram sobre o novo álbum Fragile Equality,
o trabalho que fizeram como produtores, o conceito do disco,
o livro sobre o mesmo assunto que o vocalista está
escrevendo e os planos para turnê. A dupla também
aproveitou para esclarecer como está a situação
atual do Angra garantindo que o conjunto não acabou,
comentou as declarações polêmicas que
o baterista Aquiles Priester vem dando nos últimos
tempos e avaliou as diferenças entre os dois conjuntos.
(Leia a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
