MY DARKEST HATE
DEATH METAL COM ORIGENS TRADICIONAIS
A banda, que é formada por músicos conhecidos
na cena de heavy metal tradicional, aposta no death e lança
seu novo disco de estúdio no Brasil
Antonio Rodrigues Junior
É comum ver músicos
apostarem em projetos que nada tem haver com suas bandas
principais, como é o caso do My Darkest Hate. O grupo,
que está lançando do Brasil o último
disco de estúdio Combat Area, foi formado
pelos guitarristas Jörg Michael Knittel e Oliver Grosshans
(ambos do conjunto Sacred Steel) e o baterista Klaus Sperling
(ex-Primal Fear) no final dos anos 90. Os três integrantes
originais são reconhecidos por suas experiências
dentro do heavy metal tradicional, porém decidiram
caminhar pelo death metal com o My Darkest Hate.
O projeto, que conta atualmente com o
vocalista Chris Simper e o baixista Oliver Schort, já
lançou quatro álbuns, sendo o último
deles Combat Area. O mais recente disco de estúdio,
que foi lançado originalmente há dois anos,
contou com o renomado produtor Andy Classen (Legion of the
Damned, Dew-Scented e Krisiun). O grupo, que já está
preparando o quinto registro de estúdio, tem seguido
uma linha que vem sendo comparada a Bolt Thrower e Six Feet
Under, porém em Combat Area o quinteto mostra
mais influências.
A Comando Rock conversou com um
dos fundadores da banda, o guitarrista Jörg Michael
Knittel, que contou sobre as influências do conjunto
e os diferentes estilos que tocam, comentou o último
álbum de estúdio e as expectativas pelo lançamento
nacional, adiantou detalhes sobre o próximo trabalho,
avaliou os dez anos de carreira e falou sobre as recentes
mudanças na formação.
(Leia a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
