Edição #52

MY DARKEST HATE
DEATH METAL COM ORIGENS TRADICIONAIS

A banda, que é formada por músicos conhecidos na cena de heavy metal tradicional, aposta no death e lança seu novo disco de estúdio no Brasil

Antonio Rodrigues Junior

É comum ver músicos apostarem em projetos que nada tem haver com suas bandas principais, como é o caso do My Darkest Hate. O grupo, que está lançando do Brasil o último disco de estúdio Combat Area, foi formado pelos guitarristas Jörg Michael Knittel e Oliver Grosshans (ambos do conjunto Sacred Steel) e o baterista Klaus Sperling (ex-Primal Fear) no final dos anos 90. Os três integrantes originais são reconhecidos por suas experiências dentro do heavy metal tradicional, porém decidiram caminhar pelo death metal com o My Darkest Hate.

O projeto, que conta atualmente com o vocalista Chris Simper e o baixista Oliver Schort, já lançou quatro álbuns, sendo o último deles Combat Area. O mais recente disco de estúdio, que foi lançado originalmente há dois anos, contou com o renomado produtor Andy Classen (Legion of the Damned, Dew-Scented e Krisiun). O grupo, que já está preparando o quinto registro de estúdio, tem seguido uma linha que vem sendo comparada a Bolt Thrower e Six Feet Under, porém em Combat Area o quinteto mostra mais influências.

A Comando Rock conversou com um dos fundadores da banda, o guitarrista Jörg Michael Knittel, que contou sobre as influências do conjunto e os diferentes estilos que tocam, comentou o último álbum de estúdio e as expectativas pelo lançamento nacional, adiantou detalhes sobre o próximo trabalho, avaliou os dez anos de carreira e falou sobre as recentes mudanças na formação.

(Leia a entrevista completa na versão impressa da Comando Rock que já está nas bancas)

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