TORTURE SQUAD
A TORTURA INTERNACIONAL ESTÁ APENAS COMEÇANDO
O quarteto - vencedor do prêmio Metal Battle
do ano passado realizado no festival Wacken Open Air
(Alemanha) - retorna ao País após excursionar
por cinco meses pela Europa para o lançamento do
novo álbum de estúdio Hellbound
Antonio Rodrigues Junior
Passar cinco meses no Exterior
realizando uma extensa turnê é um sonho para
poucos brasileiros. Mas, os quatro integrantes da banda
paulistana Torture Squad, acabam de realizar. O quarteto,
que está lançando o novo álbum de estúdio
Hellbound realizou mais de 60 apresentações
pela Europa nos últimos meses e acaba de retornar
ao País.
O conjunto, que é dono de uma respeitável
carreira em território nacional, tinha poucas experiências
internacionais, porém este quadro começou
a mudar no ano passado. O grupo ganhou a edição
nacional do Metal Battle conquistando o direito de
participar da final no grande festival Wacken Open Air
(Alemanha). A banda acabou repetindo o feito no evento alemão,
que deu o direito a um contrato para lançar um disco
na Europa.
Com uma gravadora européia colocando
no mercado o novo CD Hellbound - sexto na carreira
-, as portas para uma turnê estavam abertas e foram
aproveitadas pelo conjunto. Além da experiência
na nova turnê, o quarteto teve a oportunidade de retornar
ao Wacken deste ano (que tinha o Iron Maiden como headlinner)
e se apresentar em 13 países diferentes.
Agora, retornando para casa neste mês,
o grupo promete apresentar aos fãs brasileiros o
novo trabalho. Hellbound, que marca a saída
do guitarrista Maurício Nogueira, é o sucessor
de Pandemonium (2004) - disco mais bem sucedido até
o momento. O novo registro, que teve como primeiro single
a faixa "Chaos Corporation", foi gravado há
dois anos. Porém, com todos os acontecimentos dos
últimos tempos, só chegou agora ao mercado.
O baterista Amilcar Christófaro
e o baixista Castor conversaram com a Comando Rock
a respeito do novo álbum Hellbound e o sucesso da
turnê européia, que durou cinco meses. A dupla
também falou sobre o atraso no lançamento
do disco, a idéia de lançar o primeiro single
na carreira, a saída de Maurício Nogueira
e a entrada do substituto Augusto Lopes (Eternal Malediction)
e a expectativa para retornar aos palcos brasileiros.
(Leia a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
