Edição #47
BIOHAZARD
REUNIÃO COMEMORA 20 ANOS DE HARDCORE

Completando 20 anos de carreira, os ícones do hardcore nova-iorquino se reúnem com a formação original para uma turnê histórica, que já tem data para passar pelo Brasil

Antonio Rodrigues Junior

Completar duas décadas de história e influenciar dezenas de bandas que vieram depois não é uma tarefa fácil, porém os nova-iorquinos do Biohazard já entraram neste seleto rol. Para comemorar o fato, este ícone do hardcore reuniu a formação original para uma turnê histórica.

Evan Seinfeld (vocal e baixo), Billy Graziadei (vocal e guitarra), Bobby Hambel (guitarra) e Danny Schuler (bateria) não tocavam juntos desde 95, quando Hambel deixou o conjunto por divergências musicais. Este quarteto trabalhou junto por sete anos e gravou os três primeiros álbuns de estúdio: Biohazard (90), Urban Discipline (92) e State of the World Address (94).

As primeiras datas da turnê já começaram a ser agendadas e os fãs brasileiros já podem comemorar. O conjunto será um dos headliners do Maquinaria Rock Fest (www.maquinariarockfest.com) se apresentando em São Paulo no dia 17 deste mês. Esta será a primeira passagem pelo País com a formação original - o grupo já esteve por aqui em três diferentes ocasiões (96 no extinto festival Philips Monsters of Rock, 97 e 2001).

Esta reunião também marca o retorno do conjunto, que havia anunciado o encerramento das atividades após o lançamento do disco Means to an End (2005) - último de estúdio até então. Depois disso, os integrantes passaram a se ocupar com outros projetos como o grupo Suicide City - formado por Billy Graziadei e que também estará presente no Maquinaria Rock Fest, porém no dia seguinte ao Biohazard.

Em entrevista exclusiva a Comando Rock, o vocalista e guitarrista Billy Graziadei, que arranha algumas palavras em português (o músico é casado com uma brasileira), falou sobre esta histórica reunião, a turnê comemorativa e a expectativa pelo show no Brasil, comentou a possibilidade desta turnê virar um CD ou DVD, criticou o lançamento de um trabalho ao vivo sem a autorização da banda, esclareceu o encerramento das atividades há três anos e a sua saída do grupo brasileiro Endrah, contou sobre os próximos planos do Suicide City e declarou seu amor ao Biohazard.

(Leia a entrevista completa na versão impressa da Comando Rock que já está nas bancas)

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