MANOWAR
OS DEUSES DO HEAVY METAL E DA GUERRA
O
grupo, que é um dos ícones de seu estilo,
lançou neste ano o álbum de estúdio
Gods of War - o primeiro conceitual - que
aborda a história de Odin (Deus da Guerra na mitologia
nórdica), além de colocar no mercado um CD
e DVD ao vivo retratando esta turnê
Antonio
Rodrigues Junior
O
heavy metal talvez seja o estilo com mais clichês,
tanto nas músicas quanto em roupas e adereços.
Roupas pretas, couro, metal e outros elementos fazem parte
do "kit básico" de um headbanger - até
os fãs são chamados de forma diferente. A
temática das letras invariavelmente tende a abordar
guerras, cavaleiros, idade média, mitologia e outros.
E se existe uma banda que representa todas as características
do heavy metal com certeza é o Manowar.
O
quarteto norte-americano, que lançou neste ano os
álbuns Gods of War e Gods of War Live,
já possuiu quase 30 anos de carreira sempre seguindo
o mesmo estilo. Porém, o novo trabalho traz algumas
novidades. O disco, que é o primeiro conceitual da
banda, é dedicado a Odin, um dos deuses da mitologia
nórdica. O material também traz uma sonoridade
mais épica com muitas orquestrações,
corais e faixas longas.
Gods
of War - o primeiro de estúdio em cinco anos
- vem para quebrar o jejum e satisfazer a ansiedade dos
fãs (que o vocalista Eric Adams revela a Comando
Rock ser uma preocupação do grupo). Na
última década, o conjunto tem trabalhado mais
no lançamento de trabalhos ao vivo, singles e DVDs
- só na matéria de vídeos foram seis
e já tem mais dois a caminho. Além de superproduções
para os shows, a última turnê, por exemplo,
contou até com um barco viking e atores no palco.
Nesta
entrevista exclusiva a Comando Rock, o vocalista
fala sobre os novos lançamentos, o conceito e inspiração
do álbum e a possibilidade de continuações,
comenta a superprodução dos shows e o festival
que estão organizando para o ano que vem (no qual
tocarão os seis primeiros álbuns na íntegra),
esclarece os motivos por tantos lançamentos de DVDs,
conta sobre os problemas com gravadoras que resultaram na
criação do selo próprio e adianta os
planos para o futuro da banda e a possível vinda
ao Brasil no próximo ano.
(Leia
a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
