Edição #44

MANOWAR
OS DEUSES DO HEAVY METAL E DA GUERRA

O grupo, que é um dos ícones de seu estilo, lançou neste ano o álbum de estúdio Gods of War - o primeiro conceitual - que aborda a história de Odin (Deus da Guerra na mitologia nórdica), além de colocar no mercado um CD e DVD ao vivo retratando esta turnê

Antonio Rodrigues Junior

O heavy metal talvez seja o estilo com mais clichês, tanto nas músicas quanto em roupas e adereços. Roupas pretas, couro, metal e outros elementos fazem parte do "kit básico" de um headbanger - até os fãs são chamados de forma diferente. A temática das letras invariavelmente tende a abordar guerras, cavaleiros, idade média, mitologia e outros. E se existe uma banda que representa todas as características do heavy metal com certeza é o Manowar.

O quarteto norte-americano, que lançou neste ano os álbuns Gods of War e Gods of War Live, já possuiu quase 30 anos de carreira sempre seguindo o mesmo estilo. Porém, o novo trabalho traz algumas novidades. O disco, que é o primeiro conceitual da banda, é dedicado a Odin, um dos deuses da mitologia nórdica. O material também traz uma sonoridade mais épica com muitas orquestrações, corais e faixas longas.

Gods of War - o primeiro de estúdio em cinco anos - vem para quebrar o jejum e satisfazer a ansiedade dos fãs (que o vocalista Eric Adams revela a Comando Rock ser uma preocupação do grupo). Na última década, o conjunto tem trabalhado mais no lançamento de trabalhos ao vivo, singles e DVDs - só na matéria de vídeos foram seis e já tem mais dois a caminho. Além de superproduções para os shows, a última turnê, por exemplo, contou até com um barco viking e atores no palco.

Nesta entrevista exclusiva a Comando Rock, o vocalista fala sobre os novos lançamentos, o conceito e inspiração do álbum e a possibilidade de continuações, comenta a superprodução dos shows e o festival que estão organizando para o ano que vem (no qual tocarão os seis primeiros álbuns na íntegra), esclarece os motivos por tantos lançamentos de DVDs, conta sobre os problemas com gravadoras que resultaram na criação do selo próprio e adianta os planos para o futuro da banda e a possível vinda ao Brasil no próximo ano.

(Leia a entrevista completa na versão impressa da Comando Rock que já está nas bancas)

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