SHAMAN
A "IMMORTALIDADE" DO HEAVY METAL
O
grupo, que foi todo reformulado após a saída
de três integrantes originais, está lançado
o terceiro álbum de estúdio Immortal buscando
manter o sucesso alcançado nos últimos cinco
anos
Antonio Rodrigues Junior
Dizem
que as artes - quaisquer que sejam - são imortais,
o que não deixa de ser uma verdade. Quantas músicas
compostas séculos atrás, por exemplo, ainda
são ouvidas e conquistam fãs pelo mundo até
hoje? Essa imortalidade é o que busca a banda Shaman,
após a saída de três de seus integrantes
originais.
O
grupo, que está lançando o terceiro álbum
de estúdio Immotal, foi totalmente reestruturado
pelo baterista Ricardo Confessori (único integrante
remanescente) depois que André Matos (vocal), Hugo
Mariutti (guitarra) e Luís Mariutti (baixo) deixaram
o conjunto. Os motivos ainda não foram esclarecidos
totalmente, mas o acontecimento remete as origens do Shaman.
A banda foi formada após André, Luís
e Ricardo deixarem seu grupo antecessor - o Angra.
O
baterista, como revela nesta entrevista exclusiva e esclarecedora
a Comando Rock, decidiu continuar com o Shaman e
convocou três novos músicos: Thiago Bianchi
(vocal e também líder do Karma), Léo
Mancini (guitarra e ex-Tempest) e Fernando Quesada (baixo).
Com os novos integrantes, o quarteto compôs o disco
Immortal, que deve marcar a nova era do Shaman e tentará
manter o sucesso alcançado com os álbuns Ritual
(2002) e Reason (2005).
Em
uma entrevista franca, a nova formação do
Shaman falou sobre o recém lançado Immortal,
as diferenças e semelhanças com os dois primeiros
álbuns de estúdio, o primeiro single "In
the Dark", o registro de imagens do processo de composição
e gravação do CD, que deve compor o próximo
DVD do grupo, e os planos para o futuro. O baterista ainda
esclareceu seu ponto de vista sobre a saída dos ex-integrantes
e as mudanças da escrita do nome da banda, respondeu
as críticas e falou sobre a nova formação.
(Leia
a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
