CPM
22
COM A PRÓPRIA CARA
O
conjunto está lançando seu novo disco, Cidade
Cinza, onde - segundo seus integrantes - conseguiu mostrar
a verdadeira cara da banda
Paula Fabri
Fortemente
influenciados por hardcore melódico, o CPM 22 deixou
há seis anos o underground paulista para fazer parte
do mainstream nacional e mostra ser um bom exemplo de como
fazer música boa em português, falando da nossa
realidade e ainda alcançar o sucesso. Hoje, com muita
bagagem e coisa para contar, a banda está de volta
com seu sexto álbum, quinto pela Arsenal Music, Cidade
Cinza.
Formado
por Badauí (vocal), Luciano (guitarra), Wally (guitarra),
Fernando (baixo) e Japinha (bateria), o conjunto, que lançou
em 2006 o disco Ao Vivo MTV, tem em seu novo trabalho
um espelho, que reflete sua fase atual. Musicalmente o conjunto
voltou às suas raízes e traz neste álbum
canções mais rápidas. Mas é
em seu conteúdo que está a maior diferença.
A mudança na forma de compor, iniciada em Felicidade
Instantânea (2005), está mais perceptível
no novo trabalho.
Contando
com composições mais abrangentes, as letras
deste CD mostram uma maior reflexão interna por parte
da banda. Ao contrário do que isso pode soar, o CPM
22 não virou um conjunto intelectualizado ou coisa
parecida, simplesmente deu o passo seguinte na estrada do
amadurecimento. Outra novidade é que esse é
o primeiro álbum em que Fernando (baixista da banda
desde a saída de Portoga, em 2005) teve a liberdade
de poder contribuir na criação das músicas.
Falando
sobre a criação do novo trabalho da banda,
o amadurecimento do conjunto e até desentendimentos
que ajudaram no atraso do lançamento do álbum,
o vocalista Badauí concedeu a entrevista exclusiva
a Comando Rock que você lê a seguir.
(Leia
a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
