Edição #42

BRUCE KULICK
A CARREIRA VITORIOSA DE UM EX-GUITARRISTA DO KISS

O guitarrista, que tocou com o Kiss por 12 anos, está finalizando seu terceiro álbum solo BK3 e já tem datas confirmadas para apresentações no Brasil no mês que vem, mas não nega a vontade de voltar a tocar com a banda que lhe levou ao estrelato

Antonio Rodrigues Junior

Poucos artistas têm o privilégio de dizer que tocaram com uma das maiores bandas do planeta por 12 anos e esse é o caso do guitarrista Bruce Kulick. O músico, que está preparando seu terceiro álbum solo BK3, esteve entre 85 e 97 no posto de guitarrista do grupo Kiss, com o qual gravou alguns clássicos como Crazy Nights (87), Revenge (92) e Alive III (93).

Porém, a trajetória vitoriosa de Kulick não se resume ao Kiss, já que ele também tem boas passagens por bandas como Meat Loaf, Blackjack, Union e ESP. Atualmente, além da carreira solo, o guitarrista também excursiona com o clássico conjunto Grand Funk Railroad, com o qual já está trabalhando há sete anos.

O novo disco do artista, que deve ser lançado ainda neste ano, contará como algumas participações especiais como os ex-companheiros Eric Singer (Kiss) e Jimmy Haslip (Blackjack). A turnê de divulgação do trabalho incluirá o Brasil no mês que vem, com datas já confirmadas em Belo Horizonte e Curitiba, mas outras ainda estão em negociação.

Durante as apresentações, o guitarrista contará com a banda brasileira Mundo Cao como apoio prometendo executar canções de seus trabalhos solos e logicamente clássicos do Kiss. Informações atualizadas sobre a turnê podem ser conferidas no site www.mundocao.com.br.

O guitarrista conversou com exclusividade com a Comando Rock e falou sobre os preparativos do novo álbum, as participações especiais, a turnê e os fãs brasileiros. O músico também contou sobre seu trabalho ao lado do Grand Funk Railroad e do ESP, avaliou sua carreira e o DVD lançado ao lado de seu irmão Bob intitulado Kiss Forever. E, como não podia deixar de ser, Kulick também comentou a sua trajetória no Kiss, seu relacionamento com os integrantes, a situação atual da banda que realiza poucos shows, sua saída para a reunião da formação original em 97 e não negou sua vontade de voltar a tocar com o conjunto.

(Leia a entrevista completa na versão impressa da Comando Rock que já está nas bancas)

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