Edição #34

JUVENTUDE MALDITA
GERMINANDO FRUTOS REVOLUCIONÁRIOS

A banda de punk rock, que assume abertamente sua posição anarquista, lança o álbum Germinal apostando em letras politizadas contra a corrupção, a hipocrisia e outros males da sociedade

Antonio Rodrigues Junior

Punk rock de protesto e "sem papas na língua" é uma atitude para poucos corajosos. O grupo paulistano Juventude Maldita é um desses. A banda, que está lançando o primeiro disco completo pela Rebel Music, intitulado Germinal, mostra isso em suas letras politizadas e posição assumidamente anarquista.

Com dez anos de carreira, Demente (vocal e guitarra), Professor (vocal e bateria) e Bolão Jr. (vocal e bateria) - além do produtor e "faz tudo" Sirilo Silva - surgiram na cena com o lançamento do split Total Punk (2003) ao lado da banda Resistência, além da participação em coletâneas. O grupo deve repetir a dose ainda este ano, desta vez dividindo um disco com o Final Fight, que é liderado pelo ex-integrante brasileiro do Cock Sparrer, Chris Skepis.

Em entrevista a Comando Rock, o vocalista e guitarrista Demente contou sobre o lançamento do álbum Germinal e a gravação e masterização feita pela dupla Marcello Pompeu e Heros Trench (ambos integrantes do Korzus), soltou o verbo sobre a sociedade brasileira, anarquia, política e PCC, explicou a "censura" feita nas fotos do encarte, comentou a cena punk no Brasil e a recente mudança de integrantes, avaliou o lançamento do split com o Resistência e adiantou detalhes sobre o próximo trabalho ao lado do Final Fight.

(leia a entrevista completa na versão impressa da Comando Rock que já está nas bancas)

Voltar