JUVENTUDE
MALDITA
GERMINANDO FRUTOS REVOLUCIONÁRIOS
A
banda de punk rock, que assume abertamente sua posição
anarquista, lança o álbum Germinal
apostando em letras politizadas contra a corrupção,
a hipocrisia e outros males da sociedade
Antonio
Rodrigues Junior
Punk
rock de protesto e "sem papas na língua"
é uma atitude para poucos corajosos. O grupo paulistano
Juventude Maldita é um desses. A banda, que está
lançando o primeiro disco completo pela Rebel Music,
intitulado Germinal, mostra isso em suas letras politizadas
e posição assumidamente anarquista.
Com
dez anos de carreira, Demente (vocal e guitarra), Professor
(vocal e bateria) e Bolão Jr. (vocal e bateria) -
além do produtor e "faz tudo" Sirilo Silva
- surgiram na cena com o lançamento do split Total
Punk (2003) ao lado da banda Resistência, além
da participação em coletâneas. O grupo
deve repetir a dose ainda este ano, desta vez dividindo
um disco com o Final Fight, que é liderado pelo ex-integrante
brasileiro do Cock Sparrer, Chris Skepis.
Em
entrevista a Comando Rock, o vocalista e guitarrista
Demente contou sobre o lançamento do álbum
Germinal e a gravação e masterização
feita pela dupla Marcello Pompeu e Heros Trench (ambos integrantes
do Korzus), soltou o verbo sobre a sociedade brasileira,
anarquia, política e PCC, explicou a "censura"
feita nas fotos do encarte, comentou a cena punk no Brasil
e a recente mudança de integrantes, avaliou o lançamento
do split com o Resistência e adiantou detalhes sobre
o próximo trabalho ao lado do Final Fight.
(leia
a entrevista completa na versão impressa da
Comando Rock que já está nas bancas)
